quinta-feira, 8 de dezembro de 2016


Com oito meses de mercado, a cerveja cigana de DNA caseiro batizada de Avós, nascida da paixão do publicitário e cervejeiro Junior Bottura pelas panelinhas e uma celebração ao vínculo que teve a sorte de cultivar com todas as suas avós e bisavós, abriu ao público sua sede a partir de 8 de dezembro, a Casa Avós. No térreo de um sobrado octagenário da Vila Ipojuca, na capital paulista, o espaço os produtos da marca, além das cervejas de cadeia refrigerada, com a opção de levar para casa os chopes Avós em growlers e crowlers.


A Avós trouxe uma máquina semi-automática de enchimento decrowler, que permite que o chope seja enlatado na hora, em recipientes de um litro para o cliente levar embora. Ocupam as prateleiras da Casa Avós, souvenirs cervejeiros como camisetas (R$ 69), meias (R$ 25), bonés (R$ 39), copos (R$ 20), abridores (R$ 20), kits com duas garrafas de 300 mL (R$ 39) e geleias (R$ 20) feitas com a própria bebida. Aos sábados, das 16h às 22h, o local está disponível para eventos fechados.

Para dar ainda mais personalidade à nova fase da marca, a Avós terá engatada em seu Growler Station a partir de 20 de dezembro, uma receita exclusiva, vendida apenas no local como chope. A Vó Juca, nome que homenageia o bairro, é a versão da cigana para o elegante estilo Pilsen, cerveja de corpo baixo, dourada, de espuma clara, que apresenta aroma de lúpulo floral e herbal, atinge 14 IBUs (R$ 7,50/300ml) e no paladar o amargor fino dos lúpulos tchecos se sobrepõe aos sabores de pão provenientes do malte, entrega boa bebilidade e muito frescor.


Os rótulos da cerveja paulista que circulam nas torneiras da Casa Avós são: os primogênitos Vó Maria, a Baixinha Porreta (R$ 12,50/300ml), produzida com o mesmo carinho de quando era feita nas panelinhas, é a leitura de Junior para um dos estilos mais adorados pelos hop heads, o India Pale Ale. Proporciona ao consumidor uma receita de visual âmbar claro, com 7% de teor alcoólico e 65 IBUs que conferem amargor intenso e elegantemente equilibrado. O aroma cítrico remete a frutas amarelas como maracujá e manga.

Já a sua Hoppy Lager, medalha de prata no South Beer Cup 2016, chamada de Vó Maria e o seu lado Zen (R$ 9,50/300ml), de cor dourada e espuma branca, entrega ao paladar uma cerveja de corpo baixo, com 4,9% de teor alcoólico e refrescante. Com amargor sutil garantido por seus 18 IBUs, elaborada com o mesmo dry hopping da Baixinha Porreta, técnica que infusiona lúpulos durante a etapa fria do processo de produção e confere riqueza de aromas, a cerveja alcança com leveza notas cítricas e frutadas.

A marca conta também com receita que funde as personalidades dos seus dois primeiros estilos, envasada em lata de alumínio e batizada de Vó Maria In Concert (R$ 11,50/300mL), trata-se de uma India Pale Lager que mescla os lúpulos Citra e Crystal, usados na India Pale Ale e na Hoppy Lager e ainda inclui a variedade Equinox. A ideia nasceu do evento promovido pela cerveja Avós que harmonizou jazz e blues com suas cervejas.

A Vó Maria In Concert também está disponível em chope no espaço, tem visual dourado, amargor moderado, chega a 50 IBUs e tem 6,1% de teor alcoólico. As variedades de lúpulos usadas entregam ao olfato, citricidade e toque frutado e resinoso, que remete a pinho. Na boca a cerveja se mostra leve, refrescante e contempla o paladar com equilíbrio entre sabor de lúpulo e a presença do malte, que remete a notas de pão fresco.

Fonte:  http://revistabeerart.com/news/casa-avos

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