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O avanço da flexibilização das relações profissionais e dos modelos de trabalho vem consolidando um novo perfil de consumidor no mercado imobiliário: os nômades digitais. Segundo relatório da MBO Partners, o número de nômades digitais chegou a 18,5 milhões apenas nos Estados Unidos em 2025, um crescimento de 153% desde 2019 - o total já representa cerca de 12% da força de trabalho do país. O levantamento também aponta que até 65 milhões de profissionais têm interesse em adotar esse estilo de vida nos próximos anos, indicando um potencial significativo de expansão desse perfil global.
No Brasil, esse movimento também começa a se refletir no comportamento de moradia, especialmente nas grandes capitais. O mercado de locação de curta duração, por exemplo, já movimenta mais de R$ 55 bilhões por ano no país, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), além de ter registrado crescimento de cerca de 70% na oferta de imóveis entre 2019 e 2022, de acordo com levantamento do Imobi Report. Ao mesmo tempo, a demanda por esse tipo de produto tem sido impulsionada por mudanças no estilo de vida e pelo avanço do trabalho remoto, com maior busca por imóveis compactos, bem localizados e preparados para estadias flexíveis.
De olho nesse movimento, empresas como a Indepy, incorporadora e construtora com atuação em projetos de médio e alto padrão, têm integrado essa tendência à sua estratégia de desenvolvimento. A empresa avalia que o crescimento desse público não é passageiro, mas sim uma mudança estrutural na forma como as pessoas se relacionam com o trabalho, a mobilidade e o morar.
“Os nômades digitais não buscam apenas um imóvel, mas uma experiência completa, que combine localização estratégica, infraestrutura tecnológica e flexibilidade de uso. Isso exige uma nova mentalidade no desenvolvimento imobiliário”, afirma Rodrigo Russo, sócio e executivo de Construção e Incorporação da Indepy.













