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Depois de nove restaurantes criados para a CASACOR Minas, a chef Agnes Farkasvölgyi chega à sua décima participação na mostra com um projeto que leva, pela primeira vez, seu próprio nome. O restaurante Agnes marca a celebração de quase quatro décadas dedicadas à gastronomia e transforma memórias, receitas e encontros em um menu que percorre sua trajetória profissional. A ideia de transformar seus 40 anos de cozinha em um restaurante surgiu de um convite da direção da CASACOR Minas, oportunidade que a chef viu como uma forma de revisitar momentos importantes da carreira e compartilhar com o público os sabores que ajudaram a construir sua identidade.
Embora o restaurante seja uma homenagem à sua história, Agnes faz questão de destacar que ele também é resultado das pessoas que caminham ao seu lado.
“Uma cozinha nunca é construída sozinha. Tenho a sorte de trabalhar com pessoas que entendem minhas ideias, questionam, propõem caminhos e fazem tudo acontecer”, resume.
Entre elas está a consultora gastronômica Fernanda Brugger, parceira na concepção do restaurante e no desenvolvimento do menu. A relação começou justamente na CASACOR Minas, em 2017, quando Fernanda integrou a equipe de cozinha de Agnes. O que nasceu como uma colaboração profissional se transformou em uma amizade que atravessou os anos e hoje segue desenhando novos projetos.
Outro nome fundamental é o do artista plástico Shima, braço direito da chef e responsável por transformar ideias em realidade. Presente em diferentes etapas da construção do restaurante, ele também deixa sua marca no próprio cardápio, contribuindo para que a experiência extrapole o prato e dialogue com o conceito do espaço.









A
passagem imperial, que completou 145 anos em 2026, deixou um legado que
o Santuário preserva até hoje no Museu do antigo Colégio do Caraça: o
quarto e a cama onde o imperador e a imperatriz dormiram e o belíssimo
vitral francês que Dom Pedro mandou encomendar da França para presentear
a Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, cuja construção estava
terminando. A peça, que representa o Menino Jesus no Templo entre os
doutores e traz gravada a Coroa Imperial com o escudo do Império,
permanece na igreja até hoje como prova concreta do encantamento do
monarca.




