VISITE O NOSSO INSTAGRAM: https://www.instagram.com/
Atualmente, o Brasil tem o quinto maior mercado mundial de food service e o potencial de crescimento permanece grande, movimentando 208 bilhões em 2022, segundo dados da Associação Brasileira de Indústria Alimentícia (ABIA).
As empresas de alimentação, como restaurantes, lanchonetes e cozinhas industriais, desempenham um papel fundamental na sociedade, oferecendo refeições e promovendo a gastronomia. No entanto, a gestão inadequada do descarte de óleo utilizado na preparação dos alimentos tem se tornado uma preocupação ambiental crítica.
Um litro de óleo de cozinha pode contaminar até 25 mil litros de água. Isso ocorre porque as substâncias presentes no óleo não se dissolvem na água, criando uma camada na superfície que impede a troca gasosa, resultando em descontrole do oxigênio dissolvido. Essa alteração no equilíbrio do oxigênio é prejudicial para a fauna aquática, levando à morte de peixes e outras espécies. A presença de óleo nos cursos d'água também compromete a qualidade da água, tornando-a inadequada para consumo humano e animal, além de dificultar seu tratamento nas estações de saneamento.
Segundo Carlos Jr, o CEO de uma das maiores redes de fast food do país, a Frango no Pote, uma loja menor da rede utiliza em média 16 baldes de óleo, enquanto uma loja maior utiliza 30 baldes em média por mês, onde cada balde tem 15,8 litros. "Cada unidade do Frango no Pote utiliza, em média, de 250 a 480 litros de óleo por semana. Com 70 lojas espalhadas por 17 estados brasileiros, isso representa um volume significativo de resíduos, podendo chegar até 200 mil litros de óleo todos os meses. Através da escolha consciente em cuidar desse resíduo, firmamos uma parceria com uma empresa especializada em reciclagem, onde todo o óleo utilizado é recolhido e processado adequadamente para transformá-lo em sabão, biodiesel, tintas e outros produtos", afirma.
