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sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Receitas de origem internacional inspiram novos queijos finos desenvolvidos pelo Biopark

 

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Até pouco tempo atrás, produzir um queijo fino na Região Oeste do Paraná era algo difícil de se imaginar. Mas, aos poucos, por meio do projeto de Inovação em Queijos Finos do Biopark, a produção de queijos especiais na região tornou-se uma realidade que tem despertando cada vez mais o interesse de consumidores e produtores de leite, que vislumbram na iniciativa a possibilidade de agregar mais renda à sua produção. Hoje, cinco tipos de queijos finos são produzidos e comercializados após transferência de tecnologia desenvolvida no laboratório do Parque para produtores dos municípios de Toledo, Cascavel e Diamante D’Oeste. 

Iniciado em 2019, o projeto garante suporte e apoio em todas as etapas de produção de um queijo fino, desde o campo até chegar à mesa do consumidor. Uma dessas etapas é a pesquisa para o desenvolvimento das receitas que são adaptadas levando em consideração clima, matéria-prima, hábitos de consumo, entres outros fatores. 

Atualmente, a equipe do laboratório trabalha em nove tipos de queijos finos inspirados em queijos internacionais, são eles: Raclette, originário da Suíça, que quando aquecido é utilizado para acompanhar itens como carnes, batatas e pães; o francês Reblochon, ingrediente principal do famoso prato francês Tartiflette; os extremamente cremosos Brie Triplo Creme e Saint-Marcellin; o fundido Creme de Brie; os italianos Asiago e Grana Padano - que tem um tempo de maturação de no mínimo seis meses; e o Cheddar Doux. 

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Biopark realiza formação de analistas sensoriais com foco na avaliação de queijos finos

 

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Se você é um apreciador de queijos vai gostar de saber que é possível ser um ‘provador’ treinado desse produto. Mas, não basta apesar gostar, é preciso estudar e se dedicar a conhecer todos os fatores que envolvem sabor, aparência, textura, entre outros aspectos de um queijo.  

Um curso oferecido pelo Biopark promove a capacitação desses profissionais que, após formados, passam a contribuir com o projeto de Pesquisa e Inovação em queijos finos. Os analistas são convocados, sempre que necessário, para avaliar um produto antes que este chegue até o consumidor final.  

“A análise sensorial tem um papel importante na indústria de alimentos para avaliação da aceitabilidade e preferência de um produto pelo consumidor frente à uma marca concorrente, no desenvolvimento de novos produtos, no controle de qualidade, entre outras aplicações”, explica Maike Tais Maziero Montanhini, especialista em queijos e consultora no Biopark. 

Para a execução da análise sensorial, são seguidos procedimentos e protocolos de acordo com uma metodologia científica, assegurando a confiabilidade dos resultados. Esta técnica utiliza os órgãos do sentido para determinar as características dos alimentos, que compreendem, principalmente, a aparência (visão), o odor (olfato), o gosto (paladar) e a textura (tato e, eventualmente, audição). 

O foco do curso é desenvolver nos participantes aptidões para reconhecer todas essas características sensoriais. “As análises realizadas determinam se o queijo está no padrão de qualidade estabelecido, por isso, há uma criteriosa seleção dos participantes. O analista formado adquire bagagem técnica, com fundamentos e conceitos da análise sensorial, e conhecimento prático, visto que em cada aula há degustação de queijos finos de referência”, destaca Carolina Balera Trombini, supervisora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Biopark.