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sexta-feira, 28 de julho de 2023

Vinícola Biagi realiza vindima com vivência nos vinhedos e na gastronomia

 

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Inaugurada em fevereiro, a Vinícola Biagi, localizada na Fazenda Cravinhos, vai realizar nos próximos dois domingos (30/07 e 06/08) a tradicional vindima, colheita da safra de 2023, com a vivência "mão na massa". O objetivo da programação especial é proporcionar uma experiência diferente, possibilitando que todos interajam com a equipe da vinícola e possam trocar conhecimentos e ativar os cinco sentidos durante a programação.

Pela manhã, os visitantes participarão de uma colheita da uva sangiovese. Após o retorno do vinhedo, um grupo irá preparar as uvas para a produção de uma geleia muito especial. Outra turma irá produzir a massa que será servida no almoço da Osteria, sob comando da chef, Beatriz Nomellini. E a outra parte ficará encarregada de uma atividade com ervas aromáticas. Durante o período das atividades, a vinícola vai servir um espumante brut rosé de sangiovese.

Após a produção da massa, os clientes poderão degustar alguns petiscos especiais e direcionar-se ao ambiente do almoço, que será servido excepcionalmente em uma mesa única (coletiva) com todos os participantes. Cada convidado terá direito a uma taça do Pietro, vinho tinto seco produzido com as uvas Sangiovese da vinícola. Os visitantes que desejar outras opções, a Osteria vai oferecer a carta habitual para venda e consumo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Vinícola Biagi é a nova opção de turismo enogastronômico na região de Ribeirão Preto (SP)

 

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A partir de 11 de fevereiro, a região de Ribeirão Preto (SP) passa a contar com uma nova opção de turismo enogastronômico: a Vinícola Biagi. Localizada na Fazenda Cravinhos (distante 20 km de Ribeirão), o projeto teve início em 2019, após o proprietário da fazenda, o empresário Luiz Biagi, visitar outras vinícolas no interior de São Paulo e se convencer de que aquela região era propícia para a produção de uvas viníferas.

A altitude de Cravinhos, acima de 800 metros, e a grande amplitude térmica, com dias mais quentes e noites mais frias, chegando até 20 graus em alguns períodos, é um dos pontos fortes do local para o sucesso da produção. “Minha inspiração para esta iniciativa veio do amigo Paulo Brito, da vinícola Guaspari. Ao visitar o local sai encantado com o projeto, mas ao mesmo tempo com a sensação de ser inatingível na nossa região. Dois anos depois, visitei a Vinícola Marquese di Ivrea, do também amigo Beto Lorenzato, que me incentivou a investir nessa atividade, mostrando a sua viabilidade ao me oferecer as mudas das uvas, orientação técnica, acompanhamento e mostrar a vantagem da amplitude térmica da região”, explica Luiz.

Luiz passou a estudar mais sobre o assunto e decidiu tirar o projeto do papel. Outra motivação que o levou a isso foi a questão histórica de sua família. “Meu avô Pedro Biagi chegou ao Brasil, vindo da região de Veneto na Itália em janeiro de 1888, pelo navio Adria. Nossa família desde essa época trabalhava com vinhedos, sendo que até hoje alguns descendentes ainda trabalham nessa atividade. Foi uma forma de prestar uma homenagem a essas pessoas que vieram para cá com tanto sofrimento e se desenvolveram aqui nesse Brasil tão acolhedor. Por esse motivo também que escolhi adquirir material genético de uvas italianas”, afirma.

Inicialmente foram plantados 12 hectares das uvas Moscato Giallo, Nebbiolo e Sangiovese, cuja primeira safra foi em meados de 2022. São uvas consagradas há centenas de anos na Itália, das quais são feitos os famosos vinhos Brunello, Chianti e Barolo. Quando o projeto estiver 100% concluído, a expectativa é chegar a 20 hectares, o que resultará na produção de aproximadamente 100 mil garrafas e vinho por ano. A princípio, a vinícola está trabalhando com um rótulo, de vinho tinto seco, o Pietro (homenagem ao avô Pedro), cuja produção, comandada pela enóloga Isabela Peregrino, e envasamento está sendo terceirizada para a Vitacea, localizada em Caldas (MG), até que a fábrica da Fazenda Cravinhos, que está em início de construção, seja concluída. O primeiro lote comercial, com 1300 garrafas, será lançado em março e, por enquanto, o produto será vendido somente na vinícola. Outro rótulo que já foi testado de forma experimental é o Carina Biagi (homenagem à esposa de Luiz), um branco seco feito à base da Moscato Giallo, que ainda não tem previsão de comercialização.