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O Brasil ultrapassou a marca de 15 milhões de microempreendedores individuais ativos, segundo dados do Sebrae, um número que ajuda a explicar por que o início do ano se tornou, para muitos brasileiros, um período estratégico de reinvenção profissional. Em um cenário de custo de vida elevado e mercado de trabalho mais competitivo, encontrar uma nova fonte de renda deixou de ser um plano futuro e passou a ser uma urgência concreta.
Nesse contexto, a gastronomia desponta como uma das áreas mais acessíveis para quem deseja empreender. Além de fazer parte do cotidiano do consumo, o setor se beneficia de tendências como o crescimento do delivery, da produção artesanal e dos pequenos negócios locais. A facilidade de iniciar operações em escala reduzida torna a área especialmente atrativa para quem busca autonomia financeira sem grandes investimentos iniciais.
Ainda assim, especialistas são unânimes em afirmar que o improviso já não sustenta um negócio no médio prazo. Formação técnica, conhecimento de processos, controle de custos e noções de gestão são fatores determinantes para transformar habilidade culinária em renda recorrente. É nesse ponto que os cursos profissionalizantes ganham relevância no debate sobre empreendedorismo no país.
Para Glaucio Athayde, CEO do Instituto Gourmet, a qualificação é o que diferencia quem apenas começa de quem consegue se manter no mercado. “Muitas pessoas chegam à gastronomia movidas pela necessidade de gerar renda, mas sem preparo acabam desistindo no primeiro desafio. A formação profissional encurta esse caminho, porque ensina não só a cozinhar, mas a pensar o negócio, entender o mercado e tomar decisões com mais segurança”, afirma o executivo.
Com atuação nacional, o Instituto Gourmet faz parte desse movimento ao oferecer cursos de gastronomia com foco prático e alinhados à realidade de quem deseja empreender. A proposta inclui desde técnicas culinárias até conhecimentos que dialogam diretamente com o dia a dia de pequenos negócios, como organização da produção, padronização e visão empreendedora.
O avanço do empreendedorismo por necessidade também reforça o papel social da qualificação profissional. Para muitos brasileiros, iniciar o ano investindo em um curso de gastronomia representa mais do que uma mudança de carreira. É uma estratégia para conquistar independência financeira, gerar renda própria e construir um negócio sustentável em um dos segmentos mais sólidos da economia.
Em um país onde empreender se tornou parte da solução para desafios estruturais do mercado de trabalho, a formação profissional aparece como ponto de partida essencial. E, cada vez mais, a gastronomia se confirma como um caminho possível para quem decide começar o ano apostando em conhecimento, planejamento e novas oportunidades de renda.
Michelly Soares

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