terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Turismo inclusivo vira estratégia de crescimento e redefine o conceito de luxo em 2026

 

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 O conceito de viagens de luxo está passando por uma transformação no setor. Se antes era associado à ostentação, hoje está cada vez mais ligado à experiência e pertencimento. Em 2026, o verdadeiro diferencial das marcas não será apenas o destino, mas a capacidade de oferecer personalização, acolhimento e respeito à diversidade, fatores que estão reposicionando o segmento inclusivo como uma das maiores tendências mundiais. De acordo com a Grand View Research, o mercado global de turismo de luxo foi estimado em US$ 1,4 trilhão em 2023 e espera-se que cresça +7,9% ao ano entre 2024 e 2030. 

A mudança reflete um consumidor mais consciente e exigente, que busca experiências alinhadas aos seus valores. Nesse cenário, nichos antes pouco explorados passaram a ocupar o centro da estratégia de algumas empresas, como a 365 Fun Fest, rede de franquias especializada em viagens para o público LGBTQIA+

“O mercado está vivendo uma virada conceitual. Luxo hoje em dia é a exclusividade e ser bem recebido em qualquer lugar do mundo. É viajar sem medo, sem perrengue e com a certeza de que aquela experiência foi pensada para você. A personalização e o acolhimento deixaram de ser diferenciais e se tornaram essenciais”, afirma Marco Lisboa, CEO da rede.

Segundo o executivo, destinos e operadores que entendem essa nova lógica conseguem gerar mais valor, fidelização e recorrência. A 365 Fun Fest atua com curadoria de destinos, parceiros treinados e experiências desenhadas para diferentes perfis dentro da comunidade LGBTQIA+, respeitando diversidade de identidades, idades e estilos de viagem. “Não existe um único viajante LGBTQIA+. Existe uma pluralidade enorme, e atender bem significa compreender essas nuances”, explica Lisboa.

Outro ponto central dessa tendência é a quebra da sazonalidade. Ao contrário do turismo tradicional, concentrado em datas específicas, o turismo inclusivo movimenta o mercado de luxo durante todo o ano. “Quando o foco está na experiência e no acolhimento, a decisão de viajar não depende apenas da alta temporada, até mesmo porque estamos falando de um público classe A e B. As pessoas viajam quando querem ir para algum evento específico, se sentem seguras e representadas”, destaca o CEO.

Além do impacto no consumidor final, o avanço do turismo inclusivo também abre oportunidades relevantes para empreendedores e investidores. Modelos de franquia especializados, com processos estruturados e posicionamento claro, ganham força por oferecer previsibilidade e diferenciação em um mercado cada vez mais competitivo.

“O futuro do turismo passa por entender pessoas, não apenas destinos. Quem investir agora em inclusão, personalização e respeito vai sair na frente em 2026 e nos próximos anos”, conclui Marco Lisboa.

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