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Depois de dias intensos de bloco, rua e multidão, o carioca desacelera e o boteco volta a assumir um papel central na rotina da cidade. No Dia da Ressaca, celebrado em 28 de fevereiro, o Brewteco se destaca como esse espaço de conforto, acolhimento e retomada, onde o pós-folia é vivido sem pressa e sem excessos.
Se durante o Carnaval o ritmo é acelerado, no “dia seguinte” o movimento é outro: mesas ocupadas por momentos mais longas, escolhas mais leves no cardápio e a busca por um ambiente familiar, que funcione como extensão da vida social fora da rua. Petiscos clássicos, cervejas mais leves e o simples ato de sentar tornam-se parte de um ritual coletivo de recuperação.
Atento a esse comportamento, o Brewteco também aposta em opções sem álcool e em combinações mais refrescantes para quem quer brindar sem pesar a mão. Entre elas está o Tropical (R$ 22), feito com polpa de maracujá, suco de caju, sour mix e espuma de gengibre, uma mistura levemente cítrica e perfeita para reidratar depois da maratona de blocos. Já o Fresh (R$ 20) combina soda de melancia com limão siciliano e hortelã, trazendo leveza e frescor na medida certa para quem busca algo aromático e fácil de beber.
Para quem prefere a experiência clássica da cerveja gelada, mas sem teor alcoólico, a casa também oferece a Estrella Galicia 0,0, mantendo o ritual do brinde em uma versão mais consciente.
“O pós-Carnaval é quase tão simbólico quanto a festa em si. As pessoas querem continuar juntas, mas de um jeito mais tranquilo. O boteco vira esse lugar de conforto, onde o carioca se reconhece, se recompõe e segue”, explica Rafael Farrá, sócio fundador do Brewteco.
Nesse
contexto, o Brewteco se posiciona como um espaço de transição entre a
euforia e a volta à rotina. Sem perder a informalidade que marca a
marca, as unidades recebem quem prefere estender o Carnaval em outro
ritmo, com menos barulho, mais
conversa e escolhas mais conscientes.
O
Dia da Ressaca, assim, deixa de ser apenas sobre excessos e passa a
representar um comportamento típico da cidade: transformar até o cansaço
em encontro, e o boteco em ponto de equilíbrio entre festa e cotidiano.
Ana Rios

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