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Se o cliente sempre tem razão, no ramo gastronômico é ele quem dá tom ao negócio e gosto aos pratos. Afinal de contas, de nada adianta abrir um belo bar ou um lindo restaurante sem agradar quem irá frequentá-lo. Neste caso, o que é oferecido pelo empreendimento deve ser bom para o paladar e também para os momentos de descontração de quem frequenta.
Para Lidiane Bastos, CEO do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários, um negócio na área de gastronomia precisa considerar não apenas a qualidade do que é oferecido, mas também a experiência. “Quem vai até um restaurante normalmente espera receber um bom atendimento além de satisfazer o paladar. E isso acontece até mesmo quando se trata de delivery. E quando o cliente gosta, ele indica”
Segundo Mislene Lima, especialista em encantamento ao cliente e líder de vendas do Grupo Simão, o cliente de um negócio gastronômico precisa ser impressionado e receber mais do que o esperado. “Não basta que ele encontre um prato muito gostoso na mesa ou um menu que dá água na boca. É preciso, por exemplo, educar os funcionários para serem muito atenciosos e deixar o lugar aconchegante para que ele queira voltar e ainda recomende”, orienta.
