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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Modelo multimarcas consolida dark kitchens como motor de expansão no food service

 

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O modelo multimarcas vem ganhando força no mercado brasileiro de alimentação e se consolidando como um dos principais motores de expansão do delivery. Com estrutura enxuta, operação digital e foco em eficiência, o formato reduz custos, otimiza processos e cria oportunidades para novos empreendedores e franqueadores que buscam escalar suas marcas no setor de food service.

As cozinhas dedicadas exclusivamente ao delivery (conhecidas como dark kitchens) deixaram de ser uma tendência e se tornaram uma realidade sólida para quem deseja investir em alimentação fora do lar. O modelo multimarcas, em especial, permite que diferentes conceitos gastronômicos sejam operados em uma mesma estrutura, ampliando o potencial de faturamento e reduzindo riscos.

De acordo com dados do Statista divulgados pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), o mercado brasileiro de delivery deve movimentar US$ 21,18 bilhões até o fim de 2025, podendo alcançar US$ 27,81 bilhões em 2029. A taxa média de crescimento anual de 7,05% reforça o avanço das dark kitchens como um formato de negócio estratégico, sustentado por tecnologia, logística e inteligência de dados.

Entre as vantagens do modelo estão o baixo investimento inicial, a flexibilidade para testar novos cardápios e a rápida adaptação às demandas locais. A operação compartilhada de diferentes marcas em um mesmo espaço reduz ociosidade, dilui custos e acelera o retorno sobre o capital investido, o que é um atrativo importante tanto para quem busca empreender quanto para redes que desejam ampliar presença nacional.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Dark kitchens em ascensão, veja o que não pode faltar para que o modelo funcione

 

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Com foco exclusivo no delivery e operação em espaços enxutos, as dark kitchens consolidaram-se como um modelo de negócio em expansão no setor de alimentação. Estimativas da consultoria Euromonitor indicam que esse formato deve movimentar mais de US$ 1 trilhão no mundo até 2030. No Brasil, a modalidade atrai empreendedores pela redução de custos fixos e pela flexibilidade operacional, mas exige atenção redobrada à estrutura, à organização e à qualidade das entregas.

Segundo Lidiane Bastos, administradora de empresas e CEO do Grupo Simão, com mais de três décadas de atuação e referência em soluções para food service, o sucesso das dark kitchens começa pela escolha dos utensílios e equipamentos certos. “Esse modelo permite economizar em espaço e equipe, mas exige precisão na operação. A seleção de utensílios adequados garante agilidade e consistência nos processos, desde o preparo até a finalização”, afirma.

A executiva explica que ferramentas como panelas de alta durabilidade, balanças de precisão e organizadores de bancada reduzem o tempo de preparo e evitam retrabalhos. “Uma cozinha desorganizada compromete o desempenho e gera atrasos nas entregas. Já uma estrutura funcional transforma a produtividade e reflete na experiência do cliente”, pontua Lidiane Bastos.

Além da infraestrutura física, o uso de sistemas de gestão integrados às plataformas de delivery é considerado um dos pilares da operação eficiente. De acordo com Mislene Lima, especialista em encantamento ao cliente e líder de vendas do Grupo Simão, esse tipo de tecnologia reduz erros nos pedidos e ajuda a equipe a manter o foco. “Na dark kitchen, não há salão ou contato direto com o cliente. A experiência está no que chega dentro da embalagem, no tempo certo e com a apresentação adequada”, ressalta Bastos.

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Com apenas 35 anos, empresário fatura R$ 200 milhões por ano com dark kitchens

 

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A trajetória de Victor Abreu, fundador da ATW Delivery Brands, reflete a transformação vivida pelo setor de alimentação no Brasil nos últimos anos. Ex-empresário do marketing digital, ele apostou, ainda em 2017, no modelo de dark kitchen como forma de escalar um negócio físico com base em estratégias digitais. A decisão deu certo: em 2024, a holding atingiu a marca de quase mil restaurantes digitais e um faturamento de R$200 milhões – crescimento de mais de 80% em relação ao ano anterior.

À frente de marcas como N1 Chicken, Brasileirinho Delivery e O que comer, Fernando?, Victor adotou um modelo operacional inovador, em que uma única cozinha opera diversas marcas simultaneamente. Essa estrutura multimarcas garante eficiência, flexibilidade e maior rentabilidade ao franqueado, além de ampliar as opções de consumo em uma única operação.

“Nosso diferencial é unir escala e eficiência. Operamos com foco em resultados, proximidade com os franqueados e uma cultura organizacional baseada em simplicidade, comprometimento e excelência”, afirma Victor. O estilo de gestão do executivo é direto, transparente e centrado em decisões rápidas, sem burocracia, o que tem sido fundamental para sustentar o crescimento acelerado da empresa.

A ATW também acompanha de perto as tendências do setor, com investimentos em soluções sustentáveis – como embalagens ecofriendly e redução de desperdício – e desenvolvimento de produtos alinhados ao movimento por uma alimentação mais equilibrada. Em paralelo, o grupo avalia novas aquisições e a possibilidade de expansão internacional no médio prazo.

segunda-feira, 24 de março de 2025

A evolução das Dark Kitchens no mercado brasileiro

 

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Nos últimos anos, o mercado de alimentação no Brasil tem testemunhado uma transformação significativa com a ascensão das dark kitchens, também conhecidas como cozinhas fantasmas. Esses estabelecimentos operam exclusivamente para entregas, sem atendimento presencial ao público, permitindo uma redução considerável nos custos operacionais. Dados da Coherent Market Insights apontam que o segmento deve crescer a uma taxa anual de 12%, alcançando uma movimentação de US$ 157,2 bilhões até 2030, evidenciando sua relevância no cenário atual.

A ATW Delivery Brands destaca-se nesse contexto como a maior holding de dark kitchens do mundo. Fundada em 2017, a empresa cresceu exponencialmente, contando atualmente com 180 franquias operando sob 15 marcas de "restaurantes digitais", dentre elas a N1 Chicken, O que comer, Fernando?, Brasileirinho Delivery e Zé Coxinha. Em 2024, a receita da ATW ultrapassou R$ 180 milhões, refletindo o sucesso do modelo de negócio adotado.

Victor Abreu, CEO da marca, enfatiza a importância das franquias virtuais no cenário atual: "A integração entre dark kitchens e plataformas de delivery não apenas otimiza os processos logísticos, mas também amplia as oportunidades de negócio, permitindo que novas marcas surjam e se consolidem no mercado com maior rapidez e eficiência."