quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

A sucessão da Kopenhagen e Brasil Cacau embalada por um Natal acima da média

 

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 A mudança no comando no Grupo CRM que detém as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, acontece em um momento simbólico para a companhia. A sucessão, cuidadosamente planejada, vem acompanhada de um Natal com resultados acima da média e reforça a mensagem de continuidade em um negócio construído ao longo de décadas.

Na reta final do ano, a projeção é que a Kopenhagen feche 2025 com um crescimento de duplo dígito no acumulado do ano. O resultado foi sustentado por uma base de clientes fiéis, por um portfólio alinhado ao consumo de presente e por uma execução afinada nas lojas, um exemplo disso é a plataforma de saudabilidade da marca a SoulGood, que só esse ano cresceu 25%. A Brasil Cacau, marca do mesmo grupo voltada a um público mais amplo, acompanhou o crescimento do mercado, mantendo participação e relevância.

“Crescer no Natal tem um peso especial. É quando o consumidor faz escolhas mais criteriosas, e o fato de a marca estar presente nesse momento diz muito sobre a relação construída com o cliente”, afirma Fernando Vichi, que assume o comando executivo da companhia após a saída de Renata Vichi, depois de décadas à frente do negócio.

A transição ocorre sob o guarda-chuva da Nestlé, que completa 100 anos de atuação no Brasil. A longevidade da multinacional e a trajetória da própria Kopenhagen funcionam como elementos de confiança em um modelo de negócios baseado em franquias e parcerias de longo prazo. Ao longo de seus 30 anos de história no franchising, a marca consolidou uma cultura marcada por consistência, previsibilidade e proximidade com franqueados.

Renata Vichi costuma destacar que boa parte desse capital foi construída com tempo e método. Muitos franqueados mantêm relações de mais de 20 anos com a rede. “Nunca foi sobre uma decisão isolada. É sobre sustentar o mesmo discurso e os mesmos princípios ao longo do tempo”, afirma. Para ela, o legado deixado não é uma liderança individual, mas uma cultura que permite à empresa seguir em frente com segurança.

Os números recentes reforçam essa leitura. O Grupo CRM caminha para encerrar 2025 com crescimento de dois dígitos e avançou 2,5 pontos percentuais em market share entre janeiro e outubro. Mesmo com ajustes de preço ao longo do ano, a Kopenhagen ampliou em 5% o valor do relacionamento com seus clientes, sinal de fidelidade e recorrência. A linha SoulGood foi um dos destaques do portfólio, com crescimento de 30% no período.

Para Fernando, o desempenho é resultado direto de uma estratégia consistente. “Não é crescimento pontual. É a soma de decisões bem executadas ao longo do tempo, desde o produto até a operação na ponta”, diz. “A sucessão acontece justamente porque a empresa está preparada para seguir no mesmo ritmo.”

A ideia de continuidade aparece também na metáfora que Renata usa para resumir sua gestão. “Nunca acreditei em empresa com um único camisa 10. O que sustenta o negócio é o time”, afirma. A sucessão, nesse sentido, não representa uma virada de página abrupta, mas a confirmação de que a estrutura foi desenhada para funcionar independentemente de quem esteja no cargo.

Trabalhando lado a lado com Renata na liderança 18 do Grupo CRM há anos, Fernando Vichi construiu sua trajetória com forte atuação na operação, indústria e na relação com franqueados. Conhecido internamente por um perfil técnico e pragmático, ele participou diretamente das decisões que sustentaram o crescimento recente da companhia e a consolidação das marcas Kopenhagen e Brasil Cacau. “Sempre fui um executivo de bastidor, muito focado em execução, em ouvir quem está na ponta e transformar estratégia em rotina”, afirma. “Meu papel daqui para frente não é reinventar a empresa, mas garantir que aquilo que foi construído ao longo do tempo continue funcionando bem, com disciplina, consistência e proximidade com o franqueado.”

A notícia de que Fernando Vichi sucederia Renata foi recebida com muita celebração entre colaboradores, franqueados e parceiros do negócio. Olhando para o passado recente da companhia, em apenas 5 anos o Grupo CRM passou de uma companhia familiar, foi adquirido pelo fundo de Private Equity Advent Internacional e em 2023 foi adquirido pela Nestlé. Em todas essas trocas de gestão, Renata e Fernando permaneceram firmes e estratégicos no comando do negócio e a sucessão entre a CEO e o COO pareceu um movimento natural, estratégico e acertado tanto internamente quanto para o mercado.

Renata é hoje uma das lideranças mais reconhecidas do varejo e com o encerramento do ciclo executivo, Renata passa a olhar para novos projetos, especialmente ligados a conselhos, educação, palestras, mentorias e iniciativas estratégicas e é categórica em afirmar que vai seguir empreendendo e já estuda propostas nesse sentido. 

Já Fernando assume com foco em preservar a cultura, aprofundar a relação com franqueados e manter a disciplina operacional que marcou os últimos anos e que fizeram o Grupo CRM mais que dobrar de tamanho em 5 anos.

Em um momento em que o consumo de Natal volta a mostrar força, Kopenhagen e Brasil Cacau encerram o ano com a sucessão resolvida, resultados positivos no caixa e um plano claro para seguir crescendo em 2026, com novo técnico, é verdade, mas com a mesma equipe em campo e a mesma estratégia em jogo.

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