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O mercado brasileiro de bebidas naturais e não alcoólicas vive uma expansão sustentada por uma mudança clara no comportamento do consumidor. Um levantamento da Tetra Pak indica que 58% dos brasileiros aumentaram o consumo de produtos funcionais após a pandemia, enquanto 39% pretendem ampliar ainda mais esse consumo nos próximos anos, priorizando benefícios como imunidade, energia e saúde digestiva. Esse movimento vem redesenhando o setor e abrindo espaço para pequenas fabricantes com propostas mais autorais, limpas e alinhadas ao bem-estar.
A ascensão das bebidas funcionais reforça esse cenário. No Brasil, o segmento já movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano, segundo dados da Euromonitor, e integra um mercado mais amplo de alimentos e bebidas funcionais que gira em torno de R$ 10 bilhões anuais, conforme estimativas da Associação Brasileira de Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri). No cenário global, a Imarc projeta crescimento acima de 8% ao ano até 2033, refletindo a busca crescente por produtos associados à vitalidade, ao autocuidado e à estética, tendência recorrente em pesquisas recentes de consumo sobre bebidas saudáveis no país.
Nesse contexto, pequenas fabricantes ganham protagonismo ao oferecer diferenciais que vão além do produto. Júlia Santana, CEO e fundadora da Vida Rio, startup carioca que desenvolve bebidas naturais, integra essa nova geração de empreendedoras que impulsionam o setor ao desenvolver bebidas premium ancoradas em pesquisa sensorial, processos artesanais e ingredientes brasileiros. “As pequenas marcas estão conseguindo influenciar o mercado porque oferecem experiências que conectam cultura, identidade e propósito, elementos que o público busca quando escolhe uma bebida natural. A combinação de ingredientes limpos e narrativas reais vem elevando a categoria e abrindo espaço para propostas que unem brasilidade e cuidado”, afirma.
A consolidação das bebidas naturais premium indica que autenticidade, identidade e conexão cultural continuarão orientando as escolhas do consumidor em 2025 e nos anos seguintes. “Quando a bebida reflete território, pesquisa e afeto, ela deixa de ser apenas um produto e se transforma em uma experiência sensorial e emocional. Essa relação mais profunda com o que se consome evidencia o impacto que as pequenas marcas já exercem na forma como o brasileiro seleciona suas bebidas”, ressalta a empreendedora.
gabriel.moreira@mention.net.br

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