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A intenção de compra de imóveis no Brasil bateu a marca histórica de 50% no início deste ano. Além disso, o desejo por casas e terrenos (em ruas ou condomínios fechados) alcançou 52% dos consumidores, segundo a Brain Inteligência Estratégica. A mudança no comportamento do consumidor tem atraído investimentos em áreas adjacentes aos grandes centros, áreas semi-urbanas ou semi-rurais motivados pela demanda crescente por espaços maiores e mais independentes, especialmente no Brasil, que lidera o crescimento do mercado imobiliário na América Latina, conforme levantamento de 2026 da Market Data Forecast.
Ao mesmo tempo, segue alta a procura por destinos ligados ao ecoturismo, como apontam estudos do Ministério do Turismo. Em Santa Catarina, que detém 4 das 5 cidades com maior valorização imobiliária, uma das maiores urbanizadoras do Sul, a ABecker, tem convertido grandes áreas em bairros planejados e condomínios de alto padrão, atraindo famílias e investidores dispostos a pagar por projetos próximos da natureza e com infraestrutura de resort.
O modelo provou eficiência em um empreendimento recente da marca, o Mirante da Serra em Garuva (SC), que liquidou 50% dos terrenos disponíveis logo na abertura de vendas. Lá, a empresa direcionou 9 mil m² para áreas de convivência, lazer e esportes, com projeção de construção de um hotel, mirante e restaurante. São apenas 207 terrenos entre 300 e 500 m² às margens do Rio São João, praticamente uma praia de água doce.
"O mercado absorve rapidamente projetos que unem privacidade à infraestrutura fechada. A demanda por áreas ligadas à natureza com infraestrutura de resort impulsiona a valorização de condomínios", afirma Anderson Becker, CEO da ABecker. A empresa soma 60 mil terrenos em portfólio.
Com VGV projetado de R$ 200 milhões, o empreendimento Lucena, em Itaiópolis (SC), é mais um exemplo recente que reforça a estratégia da companhia em capturar a demanda de quem deseja morar ou investir em condomínios fechados com infraestrutura e lazer privativo.
O empreendimento restringe a oferta a 100 terrenos de 1.200 a 3.250 m², inseridos em uma área de 563 mil m² em meio à natureza. A estrutura integra piscinas naturais, trilhas e restaurante panorâmico.
Estudo global da Urban Systems também aponta que até 2027 aproximadamente 40% desses novos empreendimentos devem adotar algum modelo de lazer privativo e incorporar estruturas de ecoturismo a condomínios fechados e bairros planejados.
Rotas Comunicação

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