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A Itália volta ao topo da produção mundial de vinho e reforça sua presença nos mercados internacionais, com resultados particularmente positivos no Brasil. Em 2025, o país produziu 47,4 milhões de hectolitros de vinho, registrando um crescimento de 7,5% em relação a 2024, quando a produção havia atingido 44,1 milhões de hectolitros. Segundo dados da OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho), este resultado reconduz a Itália ao primeiro lugar no ranking mundial de produtores, à frente da França, com 35,9 milhões de hectolitros, e da Espanha, com 29,4 milhões.
A Itália também se confirma como o maior exportador mundial de vinho, com uma fatia de 21,8% do total das exportações globais. Na sequência, posicionam-se Espanha (20,1%), França (12,8%), Chile (7,8%) e Portugal (3,5%).
No que diz respeito aos mercados de destino, os dados da Eurostat indicam que, em termos de volume, os cinco principais destinos do vinho italiano, de um total de 17,1 milhões de hectolitros exportados em 2025, são: Estados Unidos (19,5%), Alemanha (16%), Reino Unido (13,8%), Canadá (4%) e França (3,9%). Em valor, de um total de 8,3 bilhões de dólares, os principais mercados são: Estados Unidos (23,5%), Alemanha (13,4%), Reino Unido (10,8%), Canadá (5,6%) e Suíça (5%).
Entre os países que apresentam a dinâmica mais interessante, destaca-se o Brasil, para o qual as exportações italianas aumentaram 13,9% em valor em 2025 em comparação ao ano anterior, passando de US$ 43,2 milhões para US$ 49,2 milhões.








