VISITE O NOSSO INSTAGRAM: https://ww.instagram.com/
Oito em cada dez brasileiros estão dispostos a experimentar marcas que nunca consumiram quando se deparam com uma boa oferta. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iFood Ads, área de publicidade e negócios, em parceria com a Opinion Box, em comemoração aos 15 anos de história da plataforma que redefiniu o hábito de consumo digital dos brasileiros. Conduzido em março de 2026, o estudo contou com 1.671 entrevistas e contempla ainda dados internos da companhia, como o que aponta que 88% dos carrinhos no iFood contêm ao menos um produto que o usuário nunca havia comprado antes — revelando um país que não tem medo do novo.
A
pesquisa, que ouviu usuários e não-usuários do iFood, mapeou os hábitos
de consumo, os gatilhos de experimentação e o papel das plataformas
digitais na formação de novos comportamentos de compra. O resultado é um retrato de como o
comportamento de compra do consumidor brasileiro mudou nos últimos 15 anos, transformando o ato de pedir entregas em uma infraestrutura recorrente da rotina diária.
“O
brasileiro contemporâneo é curioso, movido por ofertas e disposto a
comprar de uma nova marca para ter uma experiência melhor. O iFood
evoluiu junto com os brasileiros para ser mais que um app de entrega.
Esta pesquisa confirma que somos uma
plataforma de descoberta — e que essa descoberta, quando acontece, vira
hábito", explica Ana Paula Duarte, Diretora Sênior do iFood Ads. "Metade
das pessoas que encontram um produto novo no iFood passa a comprá-lo
regularmente. Isso muda
completamente a forma como marcas e anunciantes devem pensar sua
presença no app”.
O consumidor que não sabia o que queria — até abrir o app e encontrar oportunidades
Com
81% dos respondentes afirmando pensar no iFood quando pensam em
delivery, a pesquisa evidencia a força da plataforma no cotidiano do
consumidor. Nesse contexto, o iFood Ads identificou que 73% das buscas
feitas no iFood nos últimos 12 meses usaram
termos genéricos em vez de uma marca específica — o usuário digita
"cerveja", "shampoo" ou "refrigerante". Ao cruzar essas informações, na
prática, isso significa que mais de dois terços dos consumidores entram
no app sem uma marca ou loja
definida, delegando ao algoritmo e à visibilidade das marcas a decisão
final de compra.
