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Da febre dos drinks sem álcool a releitura de clássicos como Rabo de
Galo e Capirinha, o que deve ganhar espaço nas cartas de bares, baladas,
restaurantes e, mais importante, nos copos e taças dos consumidores
ainda este ano?
O universo da coquetelaria cresce junto com novas técnicas de preparo
e ousadia nos ingredientes e criações. Por isso, um encontro como o BCB
São Paulo, feira de destilados para profissionais do setor de bebidas
que começa na segunda (5), funciona como uma grande vitrine de
tendências, espaço para ideias, degustações e lançamentos.
O BCB tem a proposta de conectar o mercado e o público da América
Latina com o cenário mundial. É um ecossistema plural e democrático,
onde o simples e a sofisticação disputam de forma amistosa a atenção dos
visitantes. A brasilidade é um ponto importante, tanto que a cachaça,
com seu valor histórico e possibildades de aplicação, é um dos
destaques. Entre as atrações da edição, inclusive, está o Concurso Rabo
de Galo, competição que celebra a cachaça e desafia bartenders na
apresentação de releituras do famoso coquetel, além de homenagear Mestre
Derivan, sumidade no assunto.
Outro ponto que deve movimentar o Pavilhão da Bienal do Ibirapuera,
local de realização, é o World Class Competition. Responsável por
revelar talentos do ano na coquetelaria nacional, o concurso, promovido
pela Diageo, terá sua fase final durante o BCB. Sobre isso, Daniel
Pereira, gerente do evento, diz: “o simbolismo e importância de sediar o
WCC são grandes. É a validação de como o mercado considera o BCB não só
um canal estratégico, mas uma casa”. Na edição passada, o bartender
Vinicius Damien, 24, conquistou o título e a oportunidade de representar
o país no World Class Global em Sidney, na Austrália.
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