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O cenário das gôndolas de supermercado está mudando, mas não necessariamente nos corredores físicos. Para as famílias brasileiras com crianças pequenas, a verdadeira gestão alimentar acontece agora na palma da mão. Um relatório recente da NielsenIQ acendeu um alerta para o setor: o e-commerce de alimentos no Brasil já cresce até quatro vezes mais que o varejo tradicional.
Por trás desse fenômeno, existe o perfil de mães entre 30 e 35 anos que conciliam a carreira com o desafio da introdução alimentar. Uma pesquisa qualitativa realizada pela Papapá, maior fabricante nacional de papinhas naturais, revela que o ambiente digital se tornou o principal filtro contra o açúcar e os conservantes.
“O ambiente online propicia uma compra criteriosa e planejada, sem pressa, funcionando como um contraponto necessário ao varejo de rua. Para essa consumidora, a plataforma digital resolve lacunas críticas da jornada de compra, unindo preços mais competitivos à garantia de encontrar o mix completo de produtos em um só lugar”, explica Guilherme Barchik, gerente de Growth da Papapá.
Do imediatismo à assinatura
A rotina das famílias dita o canal de escolha de acordo com a urgência da necessidade. Em momentos que exigem agilidade e conveniência, a jornada costuma começar e terminar em marketplaces como a Amazon. No entanto, quando o foco se volta para o planejamento de longo prazo, o e-commerce direto da marca assume o protagonismo, permitindo que a mãe organize o consumo em maior volume para garantir um melhor custo-benefício. Para aquelas que já possuem um padrão de consumo estabelecido, os modelos de assinatura surgem como a solução definitiva, oferecendo a previsibilidade e a tranquilidade de que a dispensa estará sempre abastecida sem esforço adicional.
Desafio do "afeto logístico"
Mas nem tudo são cliques. Há um fator emocional relevante que o e-commerce ainda enfrenta que é o medo de que a automação da compra recorrente gere um sentimento de distanciamento do cuidado materno.
"Para mitigar esse efeito, utilizamos a gestão de relacionamento e as redes sociais como apoio, oferecendo conteúdo que ajude essa mãe a tomar decisões com segurança e ganhar tempo", pontua Barchik. O objetivo é que a tecnologia seja vista como uma aliada da escolha ativa, e não como uma substituta do afeto.
Com a rápida mudança na aceitação alimentar das crianças, o mercado caminha para modelos de consumo ultra-flexíveis. O investimento futuro da Papapá está focado em transformar sua plataforma em um ecossistema que integre serviço e conteúdo, adaptando o estoque de acordo com o desenvolvimento de cada criança. Como define Barchik, a divisão de papéis no Brasil está consolidada em duas vertentes. A primeira é a do supermercado físico, que resolve o imediatismo do dia a dia e a outra, o digital que se tornou o espaço onde as famílias fazem a gestão estratégica da saúde a longo prazo.
JN Assessoria de Imprensa

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