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segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Revolução genética na lavoura: Ambev anuncia variedade de cevada até 16% mais produtiva e resistente a doenças

 

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Neste mês de outubro, a Ambev alcança um marco histórico em sua trajetória de inovação no campo: a cultivar de cevada ABI Valente, que foi oficialmente homologada para uso nas maltarias da companhia. O reconhecimento consolida uma jornada de 12 anos de pesquisa conduzida pelo time de Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil, que uniu ciência, tecnologia e conhecimento agronômico para criar uma variedade mais produtiva, resistente e adaptada às condições do país. A aprovação industrial da ABI Valente reforça o compromisso da Ambev com a qualidade em todas as etapas da cadeia produtiva, do grão ao gole.

A ABI Valente se destaca por ter rendimento agronômico 16% superior ao padrão comercial. Além disso, essa mesma cultivar demonstra um incremento de 15% no tamanho dos grãos, quando comparada a outras variedades. É importante lembrar que a nova cultivar vem para completar o portfólio Ambev, que já tem outros registros, como a ABI Rubi, que é, hoje, reconhecida pelo seu excelente comportamento fitossanitário e resistência a doenças, sobressaindo-se agronomicamente frente a um dos principais desafios enfrentados pelos produtores no campo. 

"As nossas cultivares de cevada representam um grande salto de qualidade para o agronegócio brasileiro. Existe um time de especialistas que se dedica diariamente a entregar o que toda a cadeia precisa, pensando nos produtores, na saúde do solo, nos processos industriais e, claro, na experiência de sabor para o consumidor. Garantir a melhor matéria-prima é o começo de tudo." afirma Adriana Favaretto, Gerente Regional (SAZ) de Pesquisa e Desenvolvimento. 

O desenvolvimento de cultivares com essa performance comprovada é resultado de um processo científico rigoroso que leva, em média, 10 anos. São mais de 3.000 linhagens, que geram mais de 4.000 dados agronômicos avaliados em todos os anos de testes, e apenas as melhores seguem adiante. Além disso, são conduzidas mais de 10.000 parcelas experimentais em diferentes regiões de cultivo. Ao final do ciclo, uma cultivar de elite possui mais de 250 dados de qualidade validados e, ao longo do processo de pesquisa, são produzidas mais de 40 toneladas de sementes.