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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Mesmo sem companhia ou com medo do mar, eles encaram expedições do outro lado do planeta

 

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Viajar para o outro lado do mundo sem companhia, sem falar inglês ou carregando medos antigos parece, à primeira vista, um plano improvável. Mas é exatamente nesse território que o modelo de viagens em formato de expedição, como o oferecido pela agência Se Tu For Eu Vou - Viagens, faz sentido. A proposta vai além do turismo tradicional: é sobre ir em grupo, com acompanhamento de guia da agência em tempo integral, logística resolvida e apoio constante, o que cria um ambiente seguro para quem quer viver o mundo, mesmo fora da zona de conforto.

O radialista Antônio de Paula Lima, de 60 anos, morador de Belo Horizonte, é um bom exemplo disso. Ele sempre sonhou em viajar para fora do Brasil, mas adiava o plano porque a esposa tem fobia de avião. Quando encontrou a Se Tu For Eu Vou - Viagens, decidiu seguir sozinho — e logo de cara escolheu a Tailândia, mesmo tendo fobia de água. “Viajar em grupo é muito divertido. A gente faz amizade e não se preocupa com nada”, conta.

Com o incentivo e a presença constante de Luis Antonio Caetano, sócio e diretor de expedições da empresa, Antônio venceu o medo, entrou no mar, colocou a máscara e viu peixinhos pela primeira vez. “Se não fosse ele ali do meu lado incentivando, eu teria ficado no barco.” A experiência ainda incluiu o Festival das Lanternas e abriu caminho para novas viagens: Suíça, Londres e uma próxima expedição ao Chile já no radar.

A lógica da expedição também foi decisiva para Adma Giane Menegazzo Rover, 37 anos, dona de casa, moradora de Moraes Almeida, distrito de Itaituba, no Pará. Vivendo no “interior do interior” e a cerca de 800 quilômetros do aeroporto mais próximo, ela nunca havia saído do Brasil. Mesmo assim, embarcou sozinha numa expedição rumo à Coreia do Sul. “Queria um destino totalmente diferente, cultura, língua, comida. Se não fosse nesse formato, eu nunca teria tido coragem”, afirma.