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Conquistando espaço no mundo todo, o mercado de sorvetes e sobremesas geladas registrou um aumento de 22,4% no segundo semestre de 2023 em comparação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 438 milhões de litros, de acordo com um levantamento da Euromonitor. Outro estudo da mesma instituição, realizado em junho de 2023, já apontava que o setor havia atingido 380,9 milhões de litros. Vale destacar que esse número, sem incluir produtos de food service e açaí, ultrapassa 600 milhões de litros quando essas categorias são consideradas.
Na Cuor di Crema, gelateria artesanal de método italiano, os gelatos são produzidos com ingredientes locais por vezes inesperados. Este ano, a marca incorporou o gelato de caipirinha, à base de limão-siciliano e cachaça. “Drink nacional feito com a mais típica do nosso país, a caipirinha é identitária e unânime. Por isso, antes mesmo de cogitar gelatos com vinho, rum, ou outra bebida alcoólica, criamos uma receita que honra a cultura brasileira”, afirma Antônio Augusto Ribeiro de Souza, CEO da rede.
Já entre as frutas, o empresário
explica que a estratégia é apostar na sazonalidade, considerando o
período das safras e atualizando receitas ao longo das estações. “Gelato
de manga, por exemplo, tem tudo a ver com o verão. Sua produção está
diretamente ligada à umidade, o que proporciona uma colheita mais fértil
e valores mais acessíveis. Já no inverno, também é possível encontrar,
mas possivelmente existe maior interferência tecnológica, além dos
produtos serem menores em tamanho e até em oferta mesmo, o que aumenta o
valor, o custo de transporte e limita a opção de escolher as frutas
diferenciadas”.
Entretanto, nas baixas temperaturas, os
gelatos têm conquistado cada vez mais espaço entre as sobremesas. “De
junho a agosto, apostamos fortemente em sabores com morango e outras
frutas vermelhas, pelo mesmo motivo. Como o Brasil é um país de altas
temperaturas, mesmo fora da ‘estação principal’ o gelato ainda tem seu
público. A exemplo de países frios, como Alemanha, e Suíça, estamos
rompendo o mito de que só se come gelato no verão”.
Para Antônio Augusto, o setor de food service no país é um segmento que conta com insumos de qualidade, potencializados pela diversidade dos biomas nacionais, com alimentos típicos de Norte a Sul. “Aprendemos e respeitamos receitas tradicionais europeias, mas é o fato de abraçarmos a identidade brasileira que nos torna únicos e memoráveis” finaliza.
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