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A mesa mudou. Tem café da manhã corrido, lanche no meio da tarde, pizza dividida no sofá, jantar rápido depois de um dia cheio e almoço de domingo que termina horas depois. As refeições ficaram mais espontâneas, menos presas a regras e adaptadas a diferentes momentos da rotina.
O que não significa que a expectativa diminuiu junto com a formalidade.
Mesmo nas refeições mais simples, qualidade continua importando. Está na escolha dos alimentos, na praticidade de uma embalagem, no conforto de um produto e em pequenos itens que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença durante o uso.
É uma mudança que ajuda a levar versões de maior qualidade de produtos cotidianos para situações cada vez mais comuns. Aquilo que antes poderia ser escolhido principalmente para uma comemoração ou quando havia visitas passa a fazer sentido também no café da manhã, no lanche ou no jantar de uma terça-feira.
Esse comportamento também chega às gôndolas e cria espaço para a evolução de categorias aparentemente simples.
É nesse contexto que a Softys Sepac amplia o portfólio da Maxim com o Maxim Especiale Folha Dupla, guardanapo que reúne folha dupla, resistência, absorção e toque macio para acompanhar diferentes ocasiões de consumo.
Quando o cotidiano também pede qualidade
O guardanapo de papel é um exemplo de como essa mudança pode aparecer nos detalhes. Presente em refeições completamente diferentes entre si, ele precisa acompanhar tanto a praticidade exigida durante a semana quanto os momentos mais demorados de convivência à mesa.
Nesse cenário, atributos como folha dupla, absorção e resistência deixam de representar apenas desempenho. Combinados ao toque macio, ajudam a entregar uma percepção de qualidade também em um produto básico do dia a dia.
“Existe uma mudança interessante na relação com os produtos cotidianos. A praticidade continua fundamental, mas não precisa significar abrir mão da qualidade. No caso do guardanapo, conseguimos traduzir isso em características muito concretas, como folha dupla, resistência, absorção e maciez”, explica Fernando Darosci, diretor Comercial e de Marketing da Softys Sepac.
A lógica vale para diferentes momentos. Um hambúrguer em casa não precisa de uma mesa formal para que se escolha um bom ingrediente. Um almoço de domingo não precisa de uma ocasião especial para ganhar atenção aos detalhes. E um produto de uso cotidiano, não precisa esperar a chegada das visitas para oferecer uma experiência melhor.
É uma evolução menos sobre tornar a rotina sofisticada e mais sobre não reservar qualidade apenas para ocasiões especiais. Porque a forma de comer pode ter ficado mais simples, espontânea e informal. A qualidade, não.
JN Assessoria de Imprensa

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