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A
Cervejaria Pratinha, com sede em Ribeirão Preto (SP), é a primeira da
região a lançar cervejas artesanais em lata, em embalagens de 473 ml. Os
dois primeiros rótulos que já podem ser encontrados são a Pratipa, uma
India Pale Ale Inglesa, com 6% de graduação alcoólica e 65,2 de IBU
(amargor), e a Darkmoon, uma Stout, que tem 6,2% de graduação alcoólica e
34,6 de IBU que leva em sua receita nibs de cacau do sul da Bahia, onde
é produzido o mais fino cacau do Brasil, chamado de Cabruca. Ele é
plantado na região de Ilhéus, na Mata Atlântica, e não causa
desmatamento, preservando a vegetação nativa, que reúne vários
exemplares de Jequitibás, Jacarandás, entre outras espécies. Esta
cerveja, inclusive, recebeu a medalha de prata numa das maiores
competições cervejeiras do mundo, o International Beer Challenge,
realizado em Londres, na Inglaterra.
As cervejas em lata da Pratinha podem ser encontradas no site (www.cervejariapratinha.com.br ) e, até o final do mês de Setembro, na cidade de São Paulo em empórios especializados.
Pioneirismo
e tecnologia, aliás, estão no DNA da Pratinha, que tem, entre suas
missões, testar protótipos e desenvolver técnicas e tecnologia em um
processo contínuo de inovação. Além da utilização de algas e do
aquecimento solar, a cervejaria possui uma centrífuga que substitui o
filtro utilizado normalmente para deixar a cerveja cristalina. Algumas
empresas já utilizam esta centrífuga, mas a Pratinha será a primeira do
país a utilizá-la antes de mandar o mosto para fermentação para o tanque
(mosto quente), onde haverá a fermentação, aumentando, assim, não só o
rendimento, mas a eficiência na remoção de resíduos em suspenção,
conhecido como “trub”, contribuindo para a qualidade da cerveja. “Todas
essas inovações são testadas em nosso Beer Hack Lab, um laboratório onde
realizamos experiências com produtos e tecnologia para depois
aplicarmos na linha de produção”, explica Braghetto.












