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A transformação do comportamento de consumo no setor alimentício, impulsionada pelo crescimento das plataformas digitais e pela busca por conveniência, tem remodelado o food service no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), mais de 80% dos estabelecimentos de alimentação já trabalham com delivery no país. O número acompanha o avanço do mercado global do serviço de entrega, que deve ultrapassar US$ 466 bilhões até 2027, de acordo com projeção da Statista.
Um dos formatos que mais despertam o interesse de quem deseja empreender na área é a dark kitchen — modelo de negócio que opera exclusivamente com entregas, sem salão para atendimento ao público. Nesse cenário, destacam-se marcas com modelos operacionais mais ágeis, enxutos e com estrutura otimizada, caso do Grupo Harõ, uma holding de franquias detentora das marcas Harõ Sushi, Hapoke, The Roll, Redwok, Mango Salad e Tio Parma. A rede oferece um modelo de negócio 6 em 1 que permite operar até seis marcas em uma mesma estrutura tanto em dark kitchens quanto em pontos de take away (pegar e levar).
Para Fernando Andrade, sócio-fundador e Diretor Comercial do Grupo Harõ, o modelo tem potencial competitivo, mas exige planejamento. “O sucesso nesse formato passa por entender que, apesar de menos custoso do que um restaurante tradicional, o delivery exige excelência operacional, identidade de marca e tecnologia para garantir a fidelização do cliente”, explica.
