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Hoje é o Dia Mundial do Doce de Leite. E, apesar de ter uma origem incerta e reivindicada por países como Argentina, Uruguai, Paraguai e até pelo Brasil, a nossa referência dessa delícia está relacionada à riqueza da doçaria mineira e ao surgimento do próprio Estado que hoje é o maior produtor de leite do país.
O Doce de Leite faz parte da nossa cultura gastronômica e sua história atravessa o ciclo do ouro e se consolida no final do século XVII e início do século XVIII, quando a iguaria era sinônimo de riqueza, feita em tachos com o leite produzido nas fazendas coloniais. Sua presença constante em festas religiosas, batizados e casamentos acabou atravessando os séculos e trazendo uma das nossas tradições mais ricas para os dias de hoje, onde o doce artesanal ganhou novas interpretações e espaço em várias receitas como ingrediente principal ou como coadjuvante em coberturas e recheios.
Para preservar essa riqueza, há 24 anos a Reserva de Minas produz Doce de Leite de vários tipos para atender consumidores aficionados por essa delícia. A empresa começou suas atividades produzindo seu carro-chefe, o Doce Nata Suíça, feito com leite de gado pardo suíço e 50% menos açúcar. Depois veio o Doce de Leite Milk Sweet, que traz o sabor típico mineiro, e mais tarde o Tipo Argentino, mais caramelizado e intenso para agradar os fãs do doce feito pelos “hermanos”.
Para oferecer mais opções ao mercado a empresa criou a linha Doce Pastoso com Leite com vários sabores. Tem Doce de Leite com Ameixa, Chocolate, Brigadeiro, Coco, Goiaba, Maracujá, Morango e Nozes em potes de 650g e também Doces de Leite Zero nas versões Tradicional, Coco, Nozes e Nata em embalagens de 210g para quem não pode ingerir açúcares.














