sexta-feira, 26 de junho de 2026

Copa do Mundo nas escolas: Chef Felipe Bronze assina menu internacional para promover educação alimentar

 

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A Copa do Mundo mobiliza torcidas dentro de campo, mas também abre espaço para o encontro entre culturas, inclusive à mesa. A diversidade gastronômica dos países participantes tem inspirado iniciativas em escolas, que usam o torneio como ponto de partida para ampliar o repertório alimentar dos alunos.

A Sanutrin, empresa especializada em refeições para estudantes e na promoção de hábitos alimentares saudáveis em toda a comunidade escolar,  propõe olhar para além do esporte e incorporar a culinária como ferramenta educativa. A iniciativa leva às refeições escolares pratos típicos de diferentes nações, aproximando os estudantes de novos sabores e tradições.

À frente da criação dos pratos está o chef Felipe Bronze, responsável por receitas inspiradas em países participantes da competição. “A alimentação também pode ensinar, e é isso que a gente vai viver. Brasil, Coreia, Marrocos, México, Canadá, Estados Unidos, Portugal, França, Argentina, Alemanha e Japão vão ampliar o repertório alimentar para os nossos estudantes”, afirma.

Ao todo, serão 13 pratos especiais, pensados para integrar gastronomia e educação ao ambiente escolar. “A proposta é unir culturas em um momento que já faz parte do dia a dia das escolas. Ampliar o repertório alimentar desde cedo é contribuir para a formação de adultos mais conscientes”, completa o chef.

Entre as receitas, estão releituras de clássicos adaptadas ao contexto nutricional escolar, como o Schnitzel com salada de batata. “A Alemanha é um país com uma culinária tradicionalíssima. Fizemos um clássico da culinária alemã, e eu arrisco dizer: talvez o melhor deles. Schnitzel, ou seja, frango empanado com salada de batata”, comenta.

A proposta também se apoia em critérios nutricionais e sensoriais. Segundo a nutricionista Cynthia Howlett, especializada em nutrição esportiva e coordenadora de Projetos Educacionais e Sustentáveis da Sanutrin, a aceitação dos alunos passa diretamente pelo equilíbrio entre saúde e prazer. “Quando falamos de alimentação escolar, precisamos considerar não só o valor nutricional, mas também o sabor e a experiência. É por meio de preparações atrativas que conseguimos estimular o interesse das crianças por novos alimentos e contribuir para hábitos mais saudáveis ao longo da vida”, destaca.

Para viabilizar a ação, o projeto também envolve planejamento operacional. De acordo com a diretora de novos negócios da Sanutrin, Ryung Hee Cho, a execução exige alinhamento entre equipes e unidades escolares. “Uma iniciativa como essa demanda organização, padronização de processos e capacitação das equipes para garantir qualidade e padrões nutricionais. É um trabalho integrado que transforma uma proposta cultural em uma entrega consistente no dia a dia”, conclui.

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