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O
Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste alcançou R$ 1,76 trilhão em
2025, representando um crescimento nominal de 8% em relação ao ano
anterior. A estimativa é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do
Nordeste (Etene), área de pesquisa do Banco do Nordeste (BNB), elaborada
com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) e do Banco Central. Segundo o estudo, a economia regional deve
manter a trajetória de expansão e atingir R$ 1,88 trilhão em 2026,
superando os R$ 2 trilhões em 2027.
Já
a economia brasileira alcançou R$ 12,6 trilhões em 2025, equivalendo a
uma alta de 8,1% em relação ao ano anterior. A projeção é de que o PIB
nacional chegue a R$ 13,6 trilhões em 2026 e ultrapasse R$ 14,5 trilhões
em 2027.
De
acordo com o estudo, o desempenho da economia nordestina supera o
desempenho nacional, quando se considera os últimos quatro anos.
Enquanto o crescimento acumulado do Brasil foi de 26,3%, o Nordeste
registrou expansão de 26,9% no período.
Para o economista-chefe do BNB, Rogério Sobreira, a combinação entre investimentos e melhora dos indicadores econômicos tem impulsionado a atividade produtiva na Região.
“A
taxa de desocupação no País atingiu em 2025 o menor nível da série
histórica, ficando em 5,6%, abaixo dos 6,6% registrados em 2024. No
Nordeste, a queda foi de 9,1% para 7,9%. O rendimento médio real da
Região em 2025 também apresentou um maior crescimento do que o do
Brasil: 5,3% contra uma alta de 4,1% no país. O Banco do Nordeste
contribuiu decisivamente para este desempenho, tendo aplicado R$ 68
bilhões em sua área de atuação no ano passado. Esses investimentos
cresceram quase 50% desde 2022, quando foram financiados R$ 46 bilhões”,
afirma.
Bahia
O PIB da Bahia foi de R$ 495 bilhões em 2025. O resultado representa crescimento de 7,96% em relação a 2024. De 2022 até o ano passado, a economia baiana acumulou expansão de 22,8%. Para 2026, a estimativa é que o PIB do estado alcance R$ 524 bilhões e ultrapasse R$ 558 bilhões em 2027.
Investimento em infraestrrutura como a Transnordestina (imagem superior) impacta no crescimento econômico, afirma economista chefe do BNB, Rogério Sobreira (imagem acima). Créditos: Fernando Cavalcante.
IMPRENSA - Banco do Nordeste

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