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A temporada de neve na América Latina está em plena atividade e coloca destinos como Bariloche, Valle Nevado e San Martín de los Andes como alternativas concretas para brasileiros que querem ver neve sem desembolsar metade do que custaria uma viagem à Europa ou à América do Norte. Com voos diretos partindo de várias cidades do Brasil, pacotes parcelados e preços significativamente menores do que os do hemisfério norte, o inverno andino está mais acessível do que nunca.
"Bariloche reúne tudo o que o viajante brasileiro busca em uma experiência de neve: paisagem, estrutura, gastronomia e aventura. E com uma vantagem que os destinos do hemisfério norte simplesmente não têm, a proximidade e o preço", afirma Gabriel Cordeiro, diretor-geral da BWT Operadora.
Três meses de temperaturas abaixo de zero
A temporada de esqui vai de junho a setembro, com possibilidade de neve tardia em outubro. Julho e agosto são os meses de pico nas pistas, mas setembro ainda garante neve nas montanhas com uma vantagem a mais: menos movimento e preços mais baixos em hospedagem.
O principal atrativo de Bariloche é o Cerro Catedral, um dos maiores centros de neve da América do Sul, com mais de 60 quilômetros de pistas para todos os níveis, aluguel de equipamentos, aulas de esqui e snowboard e restaurantes nas montanhas.
“Para quem prefere algo mais tranquilo, o Cerro Bayo em Villa La Angostura, a uma hora e meia de Bariloche, oferece pistas menos cheias e atividades como tubing e teleférico panorâmico”, sugere Cordeiro. Ele garante que o destino entrega muito além da neve. Chocolaterias famosas, cervejarias artesanais, passeios de barco pelo Lago Nahuel Huapi e arquitetura que lembra vilas alpinas europeias, são algumas das opções a poucos passos do centro da cidade.
Opções de voos e câmbio favorável
Chegar lá também ficou mais fácil. Em 2026, a conectividade entre Brasil e Bariloche cresceu, com mais de 230 voos diretos operados só em julho e agosto por Latam, Azul, Gol e Aerolíneas Argentinas, com partidas de São Paulo, Campinas, Belo Horizonte e Porto Alegre.
"Essa facilidade é um fator decisivo. O cliente não precisa mais enfrentar escala longa nem roteiro complicado. Bariloche ficou simples de acessar, e isso derruba uma das principais objeções na hora da venda", reforça Cordeiro.
Além da proximidade, o câmbio joga a favor. Na Argentina, 1 real equivale hoje a cerca de 283 pesos argentinos. O que permite comer bem, com custo igual ou inferior ao do Brasil. "O brasileiro chega lá e percebe que o dinheiro rende. Isso gera uma satisfação enorme e faz com que ele já queira voltar", diz Cordeiro.
Vantagens de comprar um pacote
É possível encontrar pacotes completos para Bariloche por 15 vezes de R$ 409 (BWT Operadora). Nele o viajante embarca com passagem aérea, 7 noites de hospedagem e café da manhã incluídos. “Os três maiores custos de qualquer viagem internacional resolvidos em uma única compra, com preço travado desde o momento da contratação”, afirma Cordeiro.
Ele explica que montar uma viagem por conta própria nem sempre vale a pena. "O cliente pesquisa passagem em um site, hotel em outro, resolve os traslados e ainda corre o risco de pagar mais caro e chegar sem logística resolvida”. De acordo com Cordeiro, o pacote elimina tudo isso, pois concentra em um só CNPJ todas as contratações, feitas por especialistas, com segurança e maior qualidade.
Para aproveitar as melhores condições, Gabriel Cordeiro recomenda consultar um agente de viagem na hora de contratar.
Mais informações em www.bwtoperadora.com.br.
franciellix@serraverdeexpress.

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