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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A experiência da coquetelaria deixa os bares e passa a fazer parte de novas ocasiões de consumo

 

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Durante décadas, tomar um coquetel autoral significava sentar-se ao balcão de um bar e acompanhar o trabalho do bartender. Era ali que técnica, criatividade e hospitalidade se encontravam para transformar uma bebida em experiência. Hoje, essa relação começa a mudar. Impulsionado pelo amadurecimento do mercado de drinks prontos (Ready-to-Drink – RTD), o consumidor passa a buscar mais do que conveniência: procura bebidas capazes de entregar qualidade, identidade e a experiência da coquetelaria em diferentes ocasiões de consumo.

A mudança acompanha um novo comportamento do público. Receber amigos em casa, investir em experiências gastronômicas, organizar eventos menores ou oferecer um serviço mais sofisticado em hotéis e restaurantes tornou-se cada vez mais comum. Nesse cenário, cresce a procura por soluções que conciliem praticidade e qualidade, permitindo que coquetéis elaborados façam parte de ambientes antes distantes da cultura dos bares especializados. Segundo a consultoria internacional IWSR, a categoria de RTDs vive uma nova fase de crescimento, impulsionada pela demanda por bebidas premium e receitas mais sofisticadas. Já a Euromonitor International aponta o Brasil como um mercado promissor para produtos que unem conveniência e valor agregado.

Na prática, essa transformação amplia as possibilidades da hospitalidade. Restaurantes que não contam com uma operação completa de bar, hotéis, buffets, empresas de eventos e até anfitriões de encontros particulares passam a incorporar coquetéis autorais como forma de oferecer uma experiência mais completa aos seus convidados. A proposta não é substituir o bartender, mas levar parte da experiência construída por ele para novos contextos de consumo.

"Durante muito tempo, a boa coquetelaria esteve restrita aos bares especializados. Hoje percebemos que as pessoas continuam valorizando essa experiência, mas também querem levá-la para outros momentos da vida. Um jantar em casa, uma recepção em um hotel, um casamento ou um evento corporativo também podem oferecer um drink de qualidade. O objetivo não é substituir o bartender, mas ampliar as possibilidades de onde essa experiência pode acontecer", afirma o bartender Augusto Swaiger.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Geração Z pauta transformações no mercado de coquetelaria

 

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A cada nova geração, surgem novos comportamentos e experiências que transformam também os hábitos de consumo. Neste sentido, diversos setores de mercado têm desenvolvido ações para atender a Geração Z, incluindo o setor de bebidas. Prova disso, uma pesquisa da IWSR, divulgada no primeiro trimestre de 2022, relata que as vendas de produtos com baixo teor alcoólico ou zero álcool tiveram um salto de US$ 2,2 bilhões nos últimos quatro anos.   

Especialista em varejo, comportamento do consumidor e shopper, Fátima Merlin, destaca algumas características dessa geração, formada por pessoas nascidas no final dos anos 1990 e na primeira década dos anos 2000, que vão além do apreço por tecnologia e da classificação como ‘nativos digitais’.

“Estes consumidores, no geral, valorizam a individualidade e tendem a evitar rótulos; tomam decisões e se relacionam de uma forma altamente analítica, apreciam a ética, a veracidade e a transparência; acreditam no diálogo como forma de resolver conflitos e melhorar o mundo; e se mobilizam por uma variedade de causas, sendo mais propensos a se associarem a marcas que correspondam aos valores fundamentais de sustentabilidade, ambientalismo e igualdade".

Para estreitar o relacionamento com esse público, o mercado, no geral, também precisa estar atento às estratégias de comunicação.  Neste caso, Merlin afirma, “o consumidor da geração Z espera autenticidade e diversidade. Mais de 60% deles preferem anúncios com pessoas comuns e coisas do cotidiano do que o uso de celebridades e, 82% confiam mais na empresa se ela usa imagens de consumidores reais nas campanhas”. Esse grupo valoriza ainda mais a diversidade e inclusão e afirma deixar de comprar de empresas que não atuam de acordo com esses valores. É um consumidor ainda mais exigente, seletivo, altamente conectado e com expectativas elevadas”.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Doze rótulos para pais que apreciam a coquetelaria

 

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O Dia dos Pais se aproxima e para quem quer fugir da gravata e cinto, uma bebida premium ou preparar coquetéis para receber o pai em casa é a opção ideal para presentear em 2021. Para agradar do pai mais tradicional com Negronis e Dry Martinis, ou os mais descolados com Daiquiris e drinks com café, a Brand Factory - incubadora de marcas e projetos da Pernod Ricard – traz portfólio completo com 12 rótulos entre gins, como os superpremium Monkey 47 e Plymouth Gin, aperitivos, runs, tequila e licor de café.

Todas as bebidas podem ser adquiridas pelo e-commerce Drinks and Club.

Monkey 47

Uma combinação audaciosa de 47 ervas nativas da Floresta Negra e botânicos asiáticos exóticos, com notas florais, frescor de frutas cítricas picantes, tom de zimbro, paladar picante e apimentado, assim pode ser definido o gim Monkey 47.

Criado por Alexander Stein, descendente da tradicional dinastia de conhaque Jacobi, que se inspirou em uma antiga receita elaborada pelo comandante inglês da força área britânica Montgomery Collins, e em seu fiel e exótico pet – um macaco -, que serviu de inspiração para o nome da marca.

Produzido artesanalmente na Alemanha, Monkey 47 é um gin único e exclusivo, com edição limitada de garrafas, cada uma numerada individualmente, unindo as grandes tradições britânicas, o exotismo da Índia e as antigas raízes da Floresta Negra.