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O chá passa a ocupar um espaço maior nas cafeterias brasileiras e entra no cardápio como parte de uma mudança de hábito no consumo de bebidas fora de casa. A procura por variedade ao longo do dia, o interesse por sabores naturais e a vontade de experimentar algo além do café levam redes e marcas a investirem em novos tipos, apresentações e formas de preparo que valorizam aroma, tempo de infusão e temperatura.
Na Sterna Café, o chá é oferecido em duas frentes, a primeira contempla o chá nacional, com a escolha da marca feita por cada loja, conforme disponibilidade. A segunda é formada por chás importados, preparados com ervas e frutas desidratadas e servidos quentes ou gelados. Essa linha ganha destaque porque aproxima o cliente do processo de infusão e permite perceber, com mais clareza, as notas de cada ingrediente.
“O cliente quer variedade e quer entender o que está bebendo. O chá atende bem a essa busca porque oferece sabores diferentes, funciona em vários momentos do dia e permite uma experiência que começa no preparo e não termina no primeiro gole. Na Sterna, a gente trabalha vários tipos de chás, preparados na handy brew, um sistema de infusão em que os ingredientes ficam dentro de um recipiente fechado e, ao final do tempo certo, a bebida desce filtrada direto na xícara, separando as ervas e frutas do líquido, com aroma bem presente e visual limpo”, explica Silvana Buzzi, CEO da Rede Sterna Café.
A handy brew funciona como um preparo por infusão com controle de tempo e filtragem automática no final do processo. Na prática, o cliente vê a bebida ganhar cor e perfume enquanto as ervas e frutas entram em contato com a água, e recebe o chá pronto para beber, sem resíduos na xícara. A versão gelada segue a mesma lógica de extração, com adaptação de temperatura para manter o sabor e a refrescância.
