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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Vinhos até R$ 120: conheça cinco rótulos de qualidade sem pesar no bolso

 


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Zona Norte do Rio ganha novos endereços gastronômicos e reforça vocação para além dos tradicionais polos da cidade 

O preço nem sempre acompanha a qualidade quando o assunto é vinho. Pensando nisso, a sommelière Thamirys Schneider, da Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, separou cinco rótulos que provam que dá para beber bem sem gastar muito: todos custam até R$120. 

A seleção reúne um tinto italiano premiado, um Syrah chileno estruturado, um branco de entrada, um Albariño argentino de produção limitada e um rosé espanhol de vinhedos centenários. Confira a seguir as indicações.

Piccini Memoro Rosso — R$ 104,90
Produzido pela vinícola Tenute Piccini para celebrar os 150 anos da unificação da Itália, este tinto une quatro uvas de quatro regiões diferentes: Merlot do Vêneto, Primitivo da Puglia, Nero d'Avola da Sicília e Montepulciano de Abruzzo, esta última envelhecida por 12 meses em barricas de carvalho. O resultado é um vinho macio, encorpado e de fácil aceitação, com aromas de frutas vermelhas, café e figo. Recebeu 90 pontos Wine Enthusiast e o selo Best Buy da publicação em 2024.

https://www.wine.com.br/vinhos/piccini-memoro-rosso/prod30673.html

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Conheça a diferença entre os salames e aprenda a harmonizá-los com vinhos

 

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O salame é uma iguaria de origem italiana, que vai muito bem em sanduíches, tábuas, petiscos, patês e até mesmo em pratos quentes, como tortas, quiches, massas e risotos. É um produto curado, feito geralmente com carne suína e toucinho. Há disponível no mercado boa diversidade de salames e a Hans, marca de frios e embutidos preparados com receitas de origem alemã, ensina as diferenças entre os salames e como harmonizá-los com os vinhos mais adequados.

Além do calibre, ou seja, a espessura do produto, o diferencial está na qualidade da carne empregada, que irá impactar diretamente no sabor. Além disso, o tempo de cura, maturação e adição de temperos específicos dão origem aos tipos de salames. Os mais comumente apreciados são os salames italiano, hamburguês e pepperoni.

Conheça as diferenças e aproveite o melhor da experiência gastronômica, com o acompanhamento de um bom vinho:

Salame Italiano Hans: Produzido com paleta suína, carne de alta qualidade e saborosa, e toucinho lombar, uma gordura mais firme, que não derrete facilmente. Leva temperos típicos da culinária alemã, como kümmel e páprica, além de vinho tinto. Com maturação prolongada, que leva até 40 dias, ainda passa por rápida defumação no início da fermentação.É um produto com muito sabor e ótima acidez.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Por que o Alentejo é o destino de vinhos ideal para a sua próxima viagem

 

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A tradição vinícola de Portugal é centenária, mas continua crescendo. Nos últimos anos, o país viu aumentar não só o interesse mundial por seus vinhos, como também pelas experiências oferecidas aos viajantes dentro das vinícolas e adegas locais. Neste cenário, a maior região portuguesa ganha destaque: o Alentejo conta com inúmeros produtores de altíssima qualidade, de onde vêm alguns dos melhores vinhos do mundo.

Confira os motivos que tornam o Alentejo o destino de vinhos ideal para a sua próxima viagem!

Custo-benefício
Os vinhos alentejanos esbanjam qualidade sem exagerar no preço. Isso significa que as refeições durante uma viagem pelo Alentejo podem ser sempre acompanhadas de um ótimo rótulo local, e você ainda poderá voltar com muitas garrafas para casa pagando um bom preço!

Castas singulares
Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Merlot? É possível encontrar essas castas de uvas nas vinícolas alentejanas, mas os melhores vinhos produzidos por lá utilizam espécies de uva nativas, como Aragonez, Alfrocheiro, Antão Vaz e Arinto – e se você ainda não as conhece, com certeza vai gostar de prová-las.

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Vinhos produzidos a partir de vinhedos argentinos centenários chegam ao Brasil

 

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Gastronomia, cultura e identidade nacional são conceitos que caminham lado a lado. Quando pensamos na Argentina, é impossível dissociar a história da nação da longa jornada e tradição na produção de vinhos.

Foi esse resgate histórico que levou Norberto Páez e Sebastián Bisole, agrônomos e enólogos argentinos, a embarcarem na aventura de produzir seu próprio vinho resgatando métodos, tradições e, acreditem, uvas, que fizeram parte da constituição da Argentina como uma das referências mundiais na produção de vinhos.

Assim surgiu a vinícola Paso a Paso Wines, situada no famoso Vale do Uco, em Mendoza, que traz um conceito muito particular na produção dos seus vinhos, que agora chegam ao Brasil através de uma parceria com a MMV, importadora com sede em Curitiba (PR).

Os diferenciais começam pelos vinhedos. Páez e Bisole literalmente “caçam” vinhedos centenários e esquecidos em busca de uvas antigas, esquecidas e que no passado eram muito comuns nos vinhos da região. Em 2010, no início da Paso a Paso Wines, os proprietários descobriram em El Cepillo, San Carlos, um vinhedo de 72 anos com videiras da uva Bonarda, usada por camponeses no passado na produção de vinhos artesanais e caseiros. Foi o passo inicial e primeiro vinho produzido pela dupla de enólogos.

O nome Paso a Paso inclusive não é à toa. Além da garimpagem de vinícolas esquecidas, algumas centenárias, os processos de produção do vinho, desde a colheita das uvas, passando pela fermentação, envelhecimento e engarrafamento, remetem aos processos tradicionais usados no passado, na busca por um vinho totalmente orgânico e menos industrial. Por ano, a Paso a Paso não produz mais que 5 mil garrafas, o que torna cada garrafa um item muito especial.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Três vinhos Sauvignon Blanc para saborear no verão

 

Se pudéssemos combinar apenas uma uva com o verão, a resposta seria Sauvignon Blanc. Originária da região de Bordeaux, na França, esta uva branca possui características que tem tudo a ver com a estação: frescor, acidez e expressividade. Os rótulos produzidos com essa variedade resultam em líquidos clarinhos, quase esverdeados, e com aromas de frutas cítricas, como lima, limão e maracujá. Além disso, são ótimos para acompanhar peixes e frutos do mar.

É claro que não existe apenas uma variedade de vinho para acompanhar a estação. Mas, o Sauvignon Blanc tem suas vantagens ao ser consumido nesta época do ano. Segundo o especialista em vinhos e curador da Talk Wine, Marcelo Copello, este estilo não é o único, mas é recomendado, pois alia frescor e sabor. “Trata-se de uma uva com personalidade. Sauvignon Blanc é ‘cheguei’. A palavra-chave é acidez, por vezes descrita como ‘crocante’ (crispy), pois quase sempre estala nos cantos do maxilar. Geralmente são brancos, leves e frescos, com teor alcoólico entre 12% e 14,5%”.

Além da França, são referências de produção de Sauvignon Blanc: Nova Zelândia, Chile, Estados Unidos, África do Sul e Itália. No Brasil, há duas regiões onde essa variedade vem despontando: a Serra Catarinense e a Campanha Gaúcha. Portanto, a boa notícia é que há ótimas opções nacionais com esta uva.