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Nos últimos anos, o molho de tomate, um dos alimentos mais populares do Brasil, tem sido alvo de uma onda de desinformação e falsas notícias. Diferentes mitos e boatos têm colocado os atomatados na lista dos alimentos pouco saudáveis e despertado a insegurança das pessoas sobre seu consumo. Por conta disso,
Cassilândio Paiva, coordenador de
pesquisa, desenvolvimento e inovação da Fugini, esclarece alguns
equívocos disseminados, além de destacar os benefícios nutricionais dos
atomatados, tão presentes na dieta da população.
A verdade sobre os boatos de objetos estranhos no molho de tomate
Recentemente, surgiram rumores nas redes sociais sobre a presença de objetos estranhos e outras impurezas nos molhos de tomate produzidos por diferentes marcas brasileiras. Tais boatos, que repercutem falsas informações, prejudicam um setor comprometido com o controle de qualidade e a segurança alimentar, além de despertar uma série de dúvidas e receios nos consumidores. O que algumas pessoas pensam ser "bichos" ou partes de insetos é, na verdade, bolor - uma ocorrência natural em produtos perecíveis, especialmente quando não são armazenados adequadamente.
“As embalagens industrializadas de molho de tomate são produzidas automaticamente desde a formação, enchimento e fechamento, o que impossibilita a entrada de qualquer corpo estranho nesses produtos. No entanto, quando não manejadas corretamente, especialmente nos pontos de venda, essas estruturas podem ter pequenas perfurações, imperceptíveis a olho nu, que permitem o contato do produto com o ar do meio ambiente e, consequentemente, o surgimento do bolor”, explica Paiva.
