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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Ingredientes deixam de ser apenas parte da receita e ganham papel estratégico no food service

 

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Em uma cozinha profissional, escolher um ingrediente já não é apenas uma decisão sobre sabor ou preço. Em um food service cada vez mais competitivo, os insumos passam a ser avaliados também pelo impacto que geram na operação: tempo de preparo, número de etapas, padronização, rendimento e produtividade.

O movimento acompanha a evolução do setor, que movimentou R$ 287,9 bilhões em 2025, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), enquanto os operadores enfrentam pressão de custos e desafios relacionados à mão de obra. Nesse cenário, cada etapa da produção passa a ser observada também sob a ótica da eficiência.

É uma mudança de perspectiva que coloca o ingrediente mais próximo da gestão do negócio. Uma solução que simplifica processos, reduz etapas e contribui para a padronização pode ajudar a equipe a produzir com mais agilidade e previsibilidade, sem necessariamente aumentar a complexidade da operação.

“Quando falamos em eficiência no food service, pensamos muito em equipamentos, tecnologia e gestão. Mas a escolha do ingrediente também interfere diretamente na produtividade e na padronização da cozinha”, explica Marianne Ramos, Gerente de Produtos da Harald.

Essa nova lógica também influencia o desenvolvimento de produtos pela indústria. Soluções voltadas especificamente para as necessidades da operação profissional buscam não apenas entregar qualidade e desempenho culinário, mas contribuir para uma rotina mais eficiente.

É nesse contexto que se insere a Fortunata, marca da Harald dedicada a ingredientes salgados para o mercado profissional de alimentos. Entre os produtos da linha está o Recheio sabor Requeijão Cremoso, pronto para uso e indicado para aplicações como pizzas, salgados, pães, tortas e muito mais.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Food service entra em 2026 com foco em tecnologia, delivery e sustentabilidade no Brasil

 

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O food service, setor que engloba todos os negócios voltados à alimentação fora de casa, chega a 2026 em um novo estágio de maturidade no Brasil. Após um período de transformação acelerada, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pelo avanço do delivery, o segmento consolida estratégias baseadas em tecnologia, eficiência operacional e sustentabilidade, ao mesmo tempo, em que lida com desafios estruturais do mercado de alimentação.

De acordo com levantamentos do IBGE, mais de um terço da população brasileira consome refeições fora do lar com frequência, destinando até 25% da renda a esse tipo de gasto. Esse comportamento sustenta um mercado que movimenta centenas de bilhões de reais por ano e exerce forte impacto sobre a economia nacional.

Segundo dados da Abrasel, o mercado de food service movimentou R$455 bilhões em 2024 e mantém trajetória de crescimento, impulsionada pela urbanização, digitalização dos negócios e expansão do delivery. O setor representa 3,6% do PIB brasileiro e reúne mais de 1,37 milhão de estabelecimentos ativos no país.

Setor de alimentação é um dos maiores empregadores do país

terça-feira, 1 de abril de 2025

Food Service: cinco dicas para não errar na contratação dos funcionários

 

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Somente os empresários e gestores do setor de gastronomia sabem da dificuldade de contratação para bares e restaurantes. Mas, mesmo diante dos percalços, esse motor não pode parar, já que o mercado tem food service tem ganhado cada vez mais força na economia do país. Segundo levantamento da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), entre novembro 2023 e novembro de 2024, foram abertas 148.232 novas empresas no segmento, considerando apenas aquelas registradas fora da categoria MEI (Microempreendedor individual).

Para Marcelo Politi, especialista em negócios gastronômicos, solucionar as dores de cabeça causadas pela equipe e pelas operações diárias pode parecer um desafio, mas com as táticas certas, é possível.

     1. Definindo o perfil ideal

Entender a essência do negócio é o primeiro passo para definir o perfil ideal das contratações. Uma boa equipe deve acreditar e se identificar com os valores e a cultura da marca, proporcionando uma experiência única aos clientes.

O próximo passo é listar as competências técnicas necessárias – seja para a cozinha, salão ou gestão. Primeiro avalie a atitude e compatibilidade cultural dos candidatos, suas experiências anteriores e lembre-se de focar em caráter e paixão tanto quanto em habilidades técnicas. “Acredito que um time campeão é feito de um mix de experiência e novidade, com pessoas dispostas a aprender e a desafiar o status quo. Encorajo meus alunos a realizarem entrevistas que realmente explorem o potencial de cada indivíduo, assim como eu fiz quando expandi a rede Hard Rock Café”, explica Marcelo, que trouxe a rede norte-americana para o Brasil.

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

4 inovações que chegaram para ficar no food service

 

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O segmento de franquias cresceu 12,8% no segundo trimestre deste ano comparado ao mesmo período do ano passado, com faturamento de R$ 61,205 bilhões de abril a junho, é o que revela a Pesquisa Trimestral de Desempenho realizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). O food service, segmento de alimentação fora do lar, alcançou o segundo melhor desempenho, com crescimento de 16,4% e faturamento de R$ 9,249 bilhões. Uma das marcas que faz parte desse cenário favorável é a 10 PASTÉIS, com 28 anos de presença consolidada no mercado de franquias é a maior rede de pastéis do Brasil, com mais de 60 unidades.

Para que mais empreendedores possam obter sucesso em suas trajetórias no setor de food service, o fundador e diretor financeiro da 10 PASTÉIS, Marcos Nagano, destaca quatro inovações para o segmento que chegaram para ficar, confira:

1. Agilidade nos processos

Os restaurantes de serviço rápido (QSR, sigla em inglês) tem participação significativa no food service, reconhecidos pela conveniência e preços acessíveis. Contudo, de nada adianta ter agilidade sem entregar qualidade, é por isso que a inovação contínua é uma das premissas da 10 PASTÉIS. “A entrega de excelência deve ser pensada tanto para os franqueados da rede quanto para o cliente final. Neste ano, investimos em uma nova fritadeira automatizada, desenvolvida após anos de testes. Esse equipamento permite fritar os pastéis sem supervisão constante, o que reduz significativamente o tempo de preparo e o risco de erros, como pastéis queimados. Isso garante uma operação mais ágil e libera a equipe para se concentrar em outras tarefas, aumentando a produtividade e a eficiência no atendimento, por exemplo”, afirma Nagano. 

quinta-feira, 16 de março de 2023

Pesquisa aponta que Food Service recuperou fôlego após pandemia

 

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O setor de Food Service recuperou-se totalmente da crise ocasionada pela COVID-19 e ainda apresentou um crescimento exponencial em relação ao período de ápice da pandemia. É o que mostra o levantamento realizado pela ACOM Sistemas, empresa de tecnologia especializada em soluções para o Food Service, em uma amostra da sua base de clientes. 

O ERP EVEREST, sistema desenvolvido pela ACOM, extraiu os valores de dois importantes indicadores de desempenho: o volume de comandas processadas e o total de vendas realizadas entre os anos de 2019 e 2022. A amostra contemplou empresas como restaurantes, bares, casas noturnas e distribuidoras, foco de atendimento do EVEREST Food Service.  

O levantamento expôs um cenário que a ACOM pôde acompanhar de perto nos últimos anos, e também reafirmou o movimento de recuperação que o mercado vem percebendo nos últimos meses. Começando pelo segundo trimestre de 2020, quando a pandemia estava em processo de consolidação, houve uma redução de 68% no volume de comandas processadas, se comparado ao mesmo período de 2019, ano pré-pandemia, quando o Food estava alçando voos importantes. 

Em relação ao volume de vendas dentro do mesmo recorte temporal, a redução é de 86%, algo inimaginável para muitos empresários do setor. Tanto que muitos deles fecharam suas portas no decorrer dos meses subsequentes. De acordo com a análise da ACOM, 2020 fechou com uma redução de 35% no total das vendas em relação ao ano de 2019.    

Já em 2021, segundo ano da pandemia, o setor começou a ensaiar um retorno, e apresentou um crescimento gradual no decorrer dos trimestres. Pode-se dizer que isso foi possível graças a uma reinvenção e à construção de estratégias comerciais por parte dos empresários que mantiveram suas operações em pleno funcionamento. 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Boom da automação no setor de food service, paralisado devido à Covid-19, deve acontecer em 2021

 

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O setor de Food Service foi um dos mais impactados pela pandemia em 2020. Com medidas restritivas que incluíam o fechamento de lojas e a impossibilidade de clientes presenciais, muitas empresas tiveram que se reinventar para manter as portas abertas. 

“O boom da automatização, buscado em todos os setores, finalmente tinha chegado com força ao (setor) de alimentação. Estávamos no melhor trimestre da história da ACOM, e de repente, em março, estourou a pandemia. Tivemos que congelar muitas vendas que estavam engatilhadas e paralisar projetos em andamento", conta Eduardo.

Então, a ACOM percebeu que poderia estender seus prazos de pagamento e auxiliar de imediato as empresas de Food Service a se adaptarem ao delivery para manterem seu faturamento e até mesmo aproveitar o momento de calmaria no atendimento aos estabelecimentos para implantar a automatização tão almejada. 

O foco foi mostrar como a tecnologia auxilia no controle de custo, redução de gastos, melhoria no aproveitamento de insumos e análise de operação, tornando os processos mais enxutos e viabilizando economias surpreendentes.