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O desejo de estudar fora segue aquecido. Segundo pesquisa recente do setor, o interesse dos brasileiros por educação internacional se mantém em alta, confirmando janeiro como o mês oficial das viagens de estudo. O mapa dos estudantes também passa por mudanças: levantamentos de agências especializadas e análises de mercado da KNN Idiomas apontam que, além dos tradicionais Estados Unidos e Canadá, destinos como Irlanda, Malta e Austrália ganham protagonismo pela combinação de facilidade de visto e custo-benefício atraente.
Para evitar ciladas e aproveitar as novas tendências do setor, como o voluntariado internacional, especialistas do mercado e da rede KNN Idiomas prepararam um checklist estratégico com 5 atitudes indispensáveis antes do embarque:
-
Profissionalize sua segurança (Fuja do amadorismo) Com a facilidade da
internet, cresce a tentação de fechar pacotes diretamente com escolas
desconhecidas para economizar. O barato, no entanto, costuma sair caro. A
recomendação é buscar agências com CNPJ ativo no Brasil. Elas respondem
legalmente pelo serviço e garantem suporte caso a escola no exterior
feche as portas ou não entregue o que prometeu.
- Não
embarque com o inglês "zerado" O intercâmbio deve servir para evoluir,
não para aprender o "verb to be". "Chegar com uma base sólida permite
que o aluno foque na vivência cultural, no networking
e em fazer amigos locais, em vez de gastar energia apenas tentando
sobreviver a tarefas simples. O preparo no Brasil é o que define o
sucesso lá fora", alerta Reginaldo Kaeneêne, CEO da KNN Idiomas, uma das
maiores escolas de idiomas do país.
- Explore
novos modelos: já pensou em voluntariado? O intercâmbio não precisa se
limitar à sala de aula tradicional. Uma tendência forte para 2026 é unir
o aprendizado ao trabalho voluntário. Plataformas parceiras e programas
específicos permitem que o estudante troque algumas horas de trabalho
(em hostels, projetos ecológicos ou ONGs) por hospedagem e alimentação
gratuitas. É uma forma de economizar e viver uma imersão cultural
profunda, interagindo com nativos em situações reais de trabalho.
- Imersão
real: viva como um nativo, não como turista. Para voltar fluente, é
preciso sair da bolha de brasileiros. A dica dos especialistas da KNN é
adotar hábitos locais: participe de eventos da comunidade, frequente
cafés onde os moradores vão e mantenha um diário em inglês sobre suas
experiências. Essa "virada de chave" mental acelera o aprendizado muito
mais do que apenas assistir aulas teóricas.
- Defina metas de autonomia. Intercâmbio é teste de maturidade. Vá com a mentalidade de resolver problemas reais. A metodologia da KNN incentiva a liberdade: o aluno deve usar a viagem para destravar situações práticas, como usar o transporte público em Londres ou pedir comida em um restaurante em Nova York sem tradutor. É a conquista dessa autonomia que traz a confiança definitiva no idioma.
Sobre a KNN Idiomas
Fundada em 2012, a KNN Idiomas já atendeu mais de um milhão de alunos no Brasil e está presente em todos os estados brasileiros. É uma das 50 maiores franquias do Brasil, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e é referência no ensino de inglês no país, além de ofertar outros quatro idiomas: espanhol, francês, alemão e italiano. É conhecida por seu método próprio de ensino, desenvolvido especialmente para quem fala português.
Mais informações: www.knnidiomas.com.br
Assessora de imprensa | Rotas Comunicação

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